A mão prensada, frágil,
Sobre a tua pele, fria
Pela chuva que corre.
Percorre. As tuas veias,
Com as lágrimas de sangue
Que escorregam das faces
Das casas, inocentes,
Vindas do nada, intemporal,
Infinito finito
Que dizem que é lá de cima,
Batendo no véu que nos cobre,
Penetrando, invadindo-nos.
A chuva do inverno chegou.
E nós, meu Amor, a onde vamos?
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
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