Há um medo incandescente
nesta batalha
corpo-a-corpo.
Há a incerteza no ataque
que, bailante, se desfere
sobre a palma aberta.
O olhar posto na nudeza
da pele ferida.
O peso da carne fundida a dois.
O tempo que leva esta luta
dançante numa súplica
silenciosa. O medo que
violenta
mais um momento
de doçura
nesta batalha
corpo-a-corpo.
Gosto ;)
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