Na noite que por aqui passa,
fico só no pensamento que acompanha
o tumulto da estrada, a pedra que toco
a vontade que ignoro.
É o perdão do dia,
o descer da nuvem de negros raios,
de secas gotas, agua pequena
no sabor que desejo.
Tacteio cega como o rio que me foge
entre as mãos de solidão.
É o novo ciclo de borboletas,
a nova dor de barriga, o amor miudinho
a tentação que me ganhou.
Que espacinho tão saboroso que aqui tens, Inês. Acho que me vou deixar ficar.
ResponderExcluirBeijinhos, Bri :)