Foi no dia do nosso terror,
que me apoderei das nossas
entranhas, vias de degredo,
sujo no chão de soturna canção.
Compreendo agora que o relógio
não para, nem no tempo, verme,
do sangue que escupo, doentia
e repito, mataste-me, madrugada.
Foi numa segunda feira de manhã
entre abraços e fogo primitivo
que cometi o crime da incrível
passagem da noite para o inferno.
terça-feira, 13 de abril de 2010
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